De malas feitas...

Pois é, chegou o dia.

As malas estão prontas e espero não me esquecer de nada importante. Cá vou eu, dar o salto para uma nova vida. A fazer figas e só com um pensamento... Tudo vai correr bem!

É assim que fecho a porta de uma etapa da minha vida e abro as asas no caminho de outra.

Vamos a isso, sem medos. Quem não arrisca nunca saberá!


10 de novembro de 2016

A America, os americanos e o resto...

Muito se escreve, se fala, se debate, se grita e denuncia... ataca-se aqui, argumenta-se ali... mas no fundo, a maior parte das pessoas diz o mesmo.
Agora eu me pergunto, se toda esta gente estia contra o candidato eleito, se todos eles têm algo a apontar... como é então possível que este tenho chegado á presidência?
Mais pergunto...
É este o medo povo que elegeu o carismático Obama 8 anos atrás?
Sim!
É o mesmo povo, um povo farto de sistemas, um povo que segue tudo e todos que não se enquadre num sistema político podre e desactualizado.
Esta é a única razão (que eu encontro), para este senhor, de imagem forte, polémica, de discurso fácil (ou mesmo  sem qualquer discurso), que diz o que a maioria  dos não pensadores quer ouvir, ter sido eleito.
Da mesma forma que há 8 anos, Obama foi eleito (e eu gosto tanto tanto dele).
Com um discurso diferente, apelando aos corações do povo mais débil, apelando á paz e ao crescimento económico. Falou o que o povo precisava ouvir... 
A questão é... tanto um como o outro, nas suas inúmeras e gigantes diferenças, não conseguem separar-se completamente do sistema. E a maior parte do que foi dito em campanha, das mais boas (ou não) intenções... há sempre uma voz superior muito forte a quem têm de obedecer.

Não é um presidente que controla o petróleo, ou os esquemas de espionagem, e até mesmo das guerras de interesses. O presidente apenas e somente dá a cara, explicando-se o melhor que pode ao seu povo, de um porquê.

Vai haver mudanças sim, e na minha opinião, drásticas! Devastadoras até! E não só para a America, mas para todo o Mundo, incluindo a natureza e o reino animal. 
A liberdade de movimentos vai diminuir, a venda e compra de armas vai disparar, os ataques racistas e xenófobos vão explodir, os crimes contra a humanidade, o bulling, a insegurança... etc etc.
E não o digo porque o Presidente o irá fazer/fomentar. Mas porque já o fez com os seus discursos.
Porque mostrou a um povo cansado que se pode fazer o que se quiser sem pensar no outro. Mostrou, de que para além do ser possível, é ainda recompensador. E isto é para mim, o mais grave dos crimes contra a Humanidade!
E a pergunta que me faço é, quem ganha com isto?
Simples...
Industria de armas e guerra, Industria do petróleo, Espionagem e perseguições, etc etc. 
O SISTEMA!
Simples... e lá voltámos ao mesmo! Enganem-se aqueles que pensam que votaram e elegeram alguém foram do sistema.
Engraçado este nosso Mundo. Tão pequenino, não é?

E agora, esperemos para ver o que acontece na Europa, com tantas eleições á porta, Num povo tão cansado e sofrido.
Vêm aí tempos de mudança. Se boa ou má... depende das convicções de cada um. 



26 de agosto de 2016

Festivais e festivaleiros

festivais Festivais...
Para todos os gostos e feitios ... ou talvez não

Vamos lá falar desses malditos festivais que acontecem um pouco por toda a parte quando os dias ficam maiores e mais quentes.
Esses malditos festivais que enchem as cidades de pessoas estranhas, que enchem bares, supermercados, lojas, transportes e muitos deles, até os nossos queridos museus e local de interesse e culturais. Malditos esses que fazem a economia mexer um pouco mais.
Malditos, esses festivas que fazem encontros e recontros multi-culturais.
Malditos esses festivais que abrem horizontes, trazem novas experiências, tanto a nível musical, social, artístico.
Malditos pá!

Existe, ainda hoje, um rótulo de festivaleiro que eu não consigo entender.
Se falamos de festivais altamente comerciais, é fashion, e somos os maiores porque fomos ao festival X.
Mas se falamos de coisas mais alternativas, é uma chuva de comentários negativos, são todos rotulados, são barulhentos, marginais, malucos, o que for...

Nesta pequena cidade da Holanda, realizam-se vários festivais durante o verão. Mais ou menos de 3 em 3 semanas há qualquer coisa. Desde festivais de lançamento de bandas novas, jazz, metal, trance, house, etc. Sendo que os maiores se realizam fora da cidade, no perímetro, num parque verde lindo com direito a praia, normalmente duram entre 3 a 4 dias, com camping, etc.
Como qualquer outro festival que se preze. ( eu duvido que alguém ouça barulho de lá. Só mesmo que vive colarinho ao parque...)

Com os primeiros festivais da época quase ou nada de mal se ouviu.
O Promise land, é um dance festival (no tal parque) que dura cerca de 2 dias onde se viaja entre o Deep house, Techno, Future House, Hardstyle, Freestyle, etc.
Vários Dj's, palcos, comida e bebida, e tudo o que se pode encontrar num festival.
Ouviram-se algumas reclamações de barulho, mas nada preocupante. O mesmo de sempre.
Há sempre quem não esteja bem com nada, não é verdade?



Seguiram-se festivais no centro da cidade, como o Friesstraatfestival (festival de rua), com teatro, musica, artes plásticas, artistas circenses e muita animação.






O Dancetour, um fim de semana para dançar, dançar e dançar.
O Cityproms, dedicado á música clássica.
Entre ouros.
Ahhh... e sem reclamações!

Depois o Welcome to the village. Festival que lança bandas novas, das mais diferentes veias musicais, desde o rock ao hiphop, dance, brasileira, africana, etc etc.
Um festival mais alternativo mas super cultural, onde a arte se mistura com os cenários. Os quiosques de comida muito mais elaborados, com fastfood gourmet, biológica, (onde por exemplo, toda a carne provém de machos) etc. Bebidas para todos os gostos, e até com uma cerveja própria.
Este também se realiza no parque, fora da cidade.
Confesso que eu não perco este, desculpem esta descrição mais efusiva, mas este eu gosto muito.
Estar deitada na praia com boa comida e boa companhia, e no fundo a ouvir um dos muito concertos. Apreciar a arte e os efeitos/dança de luz, é um festival super relaxaste, onde encontramos famílias inteiras. Muitas e muitas crianças. Coisa que nunca se vê em outros festivais.
Também com poucas reclamações. Pois quase todas as famílias estão lá. Não podem reclamar.














E depois começam os verdadeiros problemas.
E isto por cause das imagens criadas, dos estereótipos, dos rótulos...
Malditos festivais!

Temos então o Into the grave. Este bem no centro da cidade.
Festival de 2 dias, dedicado inteiramente ao metal! E como tal, está associado a este tipo de musica, uma inteira indumentária preta, bicos e botas doutras coisas que tal.
Mas não é isso que distingue uma pessoa boa de uma má certo?
Eu não consigo entender a chuva de reclamações que a Câmara e a Policia receberam.
Do barulho, dos marginais... Sério?
Pois o festival terminou sempre perto da 00.00h. Ao contrário dos outros.
E a maior parte do vandalismo que acontece nesta cidade, não provém de festivaleiros deste tipo.
Juro que não entendo...

Depois de outros pequenos festivais, concertos e etc espalhado pela cidade, chegamos ao festival mais problemático de todos... e eu me consumo a tentar perceber as verdadeiras razões, o porquê, não entendo. Por mais que pense no assunto, por mais conversas e debates, eu não consigo aceitar isto.
Foram reclamações troas de reclamações. Seja na Câmara, na policia, na rua, e em todas as entidades possíveis... não aceito. Não consigo aceitar. Não quero aceitar que em 2016, ainda haja este tipo de preconceito. E falamos de um pais de " mente aberta"? Lembro-me de ter escrito um dia sobre a " falsa mente aberta" dos holandeses.
Pois aqui está a prova disso!

O festival Psy-fi!
Este é um festival super alternativo, dominado pela musica trance, mas no fundo, com um pouco de tudo. É um festival de artes plásticas, artes performativas, com cenários espetaculares. Com uma esfera fantástica, Onde tu podes levar a tua própria comida e bebida, estender a toalha ou manta na praia e disfrutar o teu espaço e momento.
 É um dos maiores festivais deste tipo, com visitantes de 80 paises diferentes. Que ainda antes do festival abrir as portas, no tal parque fora da cidade, já se passeavam pela cidade, visitavam museus, faziam as suas compras, etc. Como outro qualquer turista.
Talvez seja esse o dilema. A economia mexer. Ter gente estranha na minha cidade.
Sim, essa gente de cablo colorido, rastas, piercings, e roupas manchadas... essas criaturas que possivelmente não têm qualquer educação, que são quase de certeza toxico-dependentes e alcoólicos. Essa gente que visitou museus (eu se, que eu vi!), que passeou pelo centro, que fez perguntas sobre monumentos, casas, lojas, costumes, essa gente que viajou de longe, e para além de vir a um festival, decidiu vir mais cedo e se interessou pela cidade que os acolheu!
Essa gente que deu mais uns trocos ás caixas dos lojistas, bares, e outros.
Essa gente pacifica, que se preocupa com o meio envolvente...
Gentinha! Vamos todos reclamar para expulsar essa gentinha.
Acabar com um dos maiores festivais deste tipo da europa, acabar com o "levar o nome de Leeuwarden" além fronteiras.
Sim!
Vamos todos olhar só para o nosso pequeno umbigo. Eu não gosto da musica, não gosto das roupas nem do aspecto destas pessoas, não gosto que eles sejam hiper verdes, protectores do meio e dos animais. Exageradamente alternativos e vistosos.
Todos fora daqui!


 Para os curiosos, visitem o link abaixo:

Psy-fi Leeuwarden












Desculpem, mas não consigo parar de ser sarcástica! Isto é demais para mim.

Acredito que para a semana, com o Jazz festival, a decorrer espalhado pela cidade, entre habitações, com musica até ás tantas... não haverá qualquer reclamação. Pois é um festival para gente dita " normal". Dentro dos padrões.
Por favor....
Give me a break!


25 de agosto de 2016

O sismo, os fogos e que mais?

Eu sei que o que se segue é um cliché, mas...
A natureza é superior, nós lhe pertencemos, e não o contrário como muitos pensam.
Usamos e abusamos, não queremos saber, achamos que nunca nos acontece a nós, que o "amanhã" está longe...
Pois... e depois, fica-se sem palavras, assim como eu me sinto. Quero escrever algo encorajador, mas  nada sai. É que nestes casos, não podemos descartar culpas para alguém, apontar culpados, como é costume... nada! Todos temos o dedo nisto. Todos vivemos continuamente a saltitar numa corda bamba sem nos lembrarmos dos perigos.
Quer dizer, nós até nos lembramos, mas só quando algo deste género acontece.
Foi o mesmo com o Tsunami de 2004. Digam-me lá? Mudámos alguma coisa na maneira como vivemos e como tratamos a terra?
O degelo continua a passos largos, continua-se a correr atrás de animais (muitos em perigo de extinção) de arma em punho, só porque sim. Ensinam-se estes "nãovalores" a crianças. Ainda esta semana, vi uma noticia que me fez estremecer, sobre uma menina de 16 anos que caça girafas e elefantes, e que o continuará a fazer, só porque gosta.
Sério?
E se gostar de matar pessoas, pode andar por aí de arma em punho?
Será que não vamos aprender nunca? Desculpem ser pessimista, mas tenho as minhas duvidas.
E agora, mais uma vez, um aplauso do tamanho do mundo a estes bombeiros, e todas as pessoas que se uniram para ajudar nas buscas. Que entre muitos casos de morte, têm tido grandes sucessos de resgate.
O meu aplauso a esta gente que deixou de lado os "nãovalores" e pôs a " mão na massa"!

Vamos tentar aprender esta lição minha gente. A natureza é poder. Nós apenas lhe pertencemos.
Respeitem-na, não pensem "mas ninguém faz, eu não faço a diferença, bla bla"
Todos fazemos a diferença. Cada um de nós, por mais pequena que pareça.
Não baixem os braços. Não aceitem, não desistam!



15 de agosto de 2016

por aí...

Este ano o verão anda a brincar ás escondidas aqui por estas bandas.
Ou são dias impossíveis de calor, ou são dias de frio, vento e chuvas intensas. Sendo que estes dias outonais ganham com uma vantagem avassaladora.
Pois bem, com dias destes, que só apetece ficar no aconchego do sofá a ver um belo filme, enroladinha na manta (não convencional, a minha mantinha tem 4 patas e é uma coisa mesmo muito fofa :))... mas quando o sol dá os ares de sua graça, é tão bom! E claro, aproveita-se ao máximo!
Depois de uma semana inteirinha de dias de outono, com temperaturas a rondar os 15º, vento e chuva... o domingo nasceu solarengo, não muito quente, mas o suficiente para nos deixar de sorriso na cara e sair de casa o mais rápido possível, para o aproveitar-mos ao máximo!

Depois de uma manhã de compras no outlet, a aproveitar os hiper saldos com básicos para os próximos dias frios... feitas em modo correria, para não perdermos muito tempo, fomos direitinhos ao.... " e o que se faz por cá em dias de calor?" É bom ter amigos que nos convidam para estes passeios. AMO!!!

Vivi anos com a praia como cenário, o barulho das ondas como musica de fundo e o cheiro e gosto a sal como companhia habitual. Mas hoje, hoje não sei se conseguia separar-me a 100% deste outro lado, desta natureza (também) encantadora, do chilrear dos pássaros e o grasnar dos patos. Das vaquinhas a salpicar o verde do horizonte, ou as ovelhas a lembrar algodão.
Este outro lado do verão também me encanta, e muito!
É tão bom ter o melhor dos 2 mundos presentes na minha vida. (É só pena que aqui o verão, este ano, esteja a ser tão mauzinho).

A "navegar" por aí...





12 de agosto de 2016

O inferno do verão

Pois bem, vamos cá falar sobre este inferno que se abate sobre Portugal todos os anos, sem dó nem piedade durante os meses mais quentes do ano.
Seja por mão criminosa (a maioria), seja por acidentes, meteorologia, seja porque razão for, este cenário repete-se ano após ano. E nós, não aprendemos nunca!

Espero profundamente estar enganada, mas penso que para o ano cá estarei de novo, a falar do mesmo inferno.
E isto porquê?
Porque em primeiro lugar vivemos num país onde é mais vantajoso ser criminoso. A pena é mínima ou nula, comparado com o que ganham. E falo de todos os ganhos possíveis. Desde madeireiros, a terrenos, ás águas, ás empresas de meios, que os alugam a preços estapafúrdios (meios como aviões, helicópteros e outros), a políticos corruptos que venderam os meios de que dispúnhamos por falta de dinheiro (mas comprou-se carros novos, fizeram-se acordos milionários para pontos de carros eléctricos que quase não existem (por exemplo), ordenados chorudos, ajudas a empresas privadas, bancos e bancários corruptos, viagens e outras fertas). Porque as prioridades deste pais estão todas trocadas, e porque nós como povo somos pequenos, refilamos, mas não reclamamos, não contestamos, não nos revoltamos.
Somos todos um medrosos, que nos escondemos atrás de um grito na rua, atirado para o ar, ou numas palavras escritas confortavelmente em frente ao computador. Sim, também faço parte dessa gente medrosa e vaidosa....  sem a coragem de me levantar, por achar que sozinhos não conseguimos nada.
Pois, mas se todos os "sozinhos" se levantarem, seremos muitos, e teremos muita força!

Defendo as penas de 25 anos a incendiários.
Defendo a limpeza de matas, arruamentos, caminhos, etc. obrigatória. Para que a devastação seja menor e para que a chegada de ajuda seja mais eficiente.
Defendo que esta limpeza seja feita por presidiários que nos consomem tanto dinheiro. Que façam algo pela comunidade!
Defendo meios e apoios para os nossos heróis, que serão ingratamente esquecidos assim que os incêndios forem extintos.
Defendo que todas as habitações estejam preparadas a evocações urgentes. E que as localizadas em pontos críticos (junto de florestas, matas, etc), tenham outros meios de segurança. Como pontos de água, acessos para carros de bombeiros e ambulâncias, detectores rápidos de fogo, etc.

Tanta coisa que se poderá pensar e fazer... Nestes momentos, todos nos lembramos do que poderíamos ter feito. Mas, sendo eu portuguesa, sei que nos iremos esquecer muito rapidamente.
E esta atitude descrente, desgovernada e enfadonha que me preocupa.
Quantos de nós que hoje partilhamos fotografias de bombeiros heróis, eternamente agradecidos, passaremos por eles amanhã sem os olhar?

Entristece-me pensar que após o inferno, a união desaparece, como as cinzas... aos poucos se vai... e para o ano, cá estaremos de novo, a falar do mesmo, a partilhar as mesmas fotos heróicas, a chorar o perdido...

Desastres, acidentes... isto é nada mais nada menos de CRIME.
E a falta de prevenção também o deveria ser!!!







10 de agosto de 2016

E de repente... 40!

O sábado passado foi sábado de festa. Festa de que muitos se vão lembrar por muitos anos.
Cá em casa deu-se a primeira entrada nos 40... e que entrada!
Quintal limpo e enfeitado, luzinhas e bandeirinhas, mesas de bar, comida e bebida para um batalhão, sistema de som, colunas que deram musica ao bairro todo, Dj's e musica ao vivo.
Coisa de loucos que durou até ao domingo á tarde.
Sem paparicos, e tizoquices. Chinelo no pé, muita dança e muita gargalhada.
O que começou com um pequeno grupo de amigos para comer e brindar o aniversariante no dia, acabou por se tornar a festa do ano, uns dias depois, com cerca de 30 pessoas.
Só vos digo que tenho um patamar muito alto a alcançar nos meus 40... e se bem, que como eu sou no inverno, talvez nem o tente alcançar... porque ter esta gente toda aos salto dentro de casa não é a mesma coisa... ou como a minha amigo Ro diz... posso sempre ter dresscode de galochas e oleados e fazer a festa na rua. Olha que até era bem giro, se não estiverem cerca de 10 graus negativos e mega vendaval como costuma estar em Fevereiro. Ahhhh, e como vou ter de fazer 2 festas, uma cá e uma lá... vou ter de me conter nos gastos. E começar agora mesmo nas poupanças para o feito.

vai ser lindo... vai vai

ainda ontem eram 30...
.........
e de repente... 40!!!





22 de julho de 2016

O meu do meio

Hoje não consigo pensar ema mais nada que não seja no meu bichinho do meio... não me consigo focar, não consigo descontrair...
No meu castelo existem 3 príncipes (para dizer a verdade, são eles que verdadeiramente reinam :P).
2 já vos foram apresentados, o terceiro será para um post seguinte. Porque hoje todos os meus pensamentos estão com o meu Pipoca.

O Pipoca é um coelhinho lutador, um sobrevivente, um forte!!! Este ano foi um ano de grandes lutas.
esteve internado por 2 vezes, com 5% de chances... foi operado, lutou e acabou por ganhar a batalha de uma forma absolutamente incrível. Um mês de tratamento diário, e depois disso, era vê-lo brincar, saltar, correr, e fazer todas as traquinices que se espera de um dentuça (ou mais).
Mas ontem... ontem, decidiu-se por experimentar uma coisa nova (suspeitamos). Uma flor que quase todos temos em casa sem saber o grande risco que é para os nossos pets. A hortênsia...
Deu-lhe 2 dentadinhas e um tempo depois, começou a correr desenfreado e simplesmente caiu para o lado... sem reacção! :(

Imediatamente o estimulados, limpámos a boca, injectámos água para a boca, sentámo-nos perto dele mas com espaço para o deixar respirar á vontade e deixá-lo sossegado, enquanto ligávamos para a veterinária...

Devo dizer que até hoje só tenho coisas boas a dizer dos veterinários que têm passado na vida dos meus príncipes. Todos excelentes, de um enorme profissionalismo, simpatia e amor profundo pelos animais.

Assim que lhe explicámos o sucedido e os sintomas, disse-nos para continuarmos com a limpeza, ir dando água (em quantidades muito pequenas) e se possível, papa de cereais (muito pouco), para tentar encher o estômago fazer com que ele próprio conseguisse "eliminar" o veneno. E que ía contactar o departamento de toxicologia.
Passados 10 minutos, tinhamo-la de volta no telefone. Más noticias...
Não há nada mais que possa ser feito. Tudo vai depender do meu príncipe (bolinha) e da sua capacidade de recuperação. Lá vamos nós outra vez... mais uma batalha para ser ganha. (TEM DE SER GANHA!!!)

E então aqui estou... com a cabeça em casa, já liguei 5 vezes, estou em permanente contacto.
Já anda, já come (pouquinho) sozinho... vamos esperar e ter fé que tudo vai correr bem.

Entretanto, cerca montada, para que não possam ir comer o que não devem. Acabou-se 100%
liberdade no quintal.... mas continuam com um parque para correr e saltar, e é o melhor para eles.
Vamos ter fé que tudo vai correr bem.

Para quem tem filhos de 4 patas, por favor... tenham cuidado com as " liberdades".
Adepta do:

LIVRE, MAS SEMPRE COM SEGURANÇA! 



20 de julho de 2016

Ainda sobre o Euro ou não ... a colonização

Sim, eu sei que já passou algum tempo, e que começa a cansar a quantidade de artigos, posts, fotos e afins, da nossa grande vitória. No fundo, sempre que deparamos com algo que nos lembra este feito, o nosso olhar brilha. É um orgulho, uma felicidade uma pele de galinha que insiste em ficar. (E ainda bem! Que de tristezas estamos nós fartos)

Bem, mas hoje, ao deambular pelas noticias na net, deparei-me com os festejos da vitória de Portugal  em Timor, e com isso, um artigo que me fez parar, ler e reler.
Nós não somos pequenos, não somos povinho, não somos apenas passado. Temos fibra, temos coragem, e somos muito mais do que pensamos ser. Estamos apenas adormecidos... e se outros nos conseguem ver como realmente somos, porque não nos conseguimos ver a nós mesmos?
Temos medo de parecer arrogantes? Que se lixe! Mal agradecidos? Nunca! Disparatados? Todas as grandes conquistas foram baseadas em " disparates". vamos lá! Levantar a cabeça e ir á luta!

" A Alemanha foi colonialista,
  A França foi colonialista,
  A Inglaterra foi colonialista,
  A Holanda foi colonialista,
  A Espanha foi colonialista,
  A Itália foi colonialista,
  Portugal foi colonialista,
  Mas só Portugal consegue que os povos dos países por onde andou se manifestem em massa.
  Sofram com as derrotas de Portugal como se fosses eles próprios os derrotados, que vibrem com as
  vitórias  como se fossem eles próprios vencedores. E que gritem bem alto " GANHÁMOS!" "




Este texto/artigo salientava que talvez pela nossa história multi-cultural/racial, que a Europa não gosta de nós.
Pois com isto eu não concordo minimamente.
1º porque a questão multi-cultural/racial é enorme e bem presente em outros países (a Holanda é um grande exemplo disso).
2º porque eu acho que a Europa não gosta de cabisbaixos, é uma Europa interesseira, se não tens nada para dar, não interessas. E até agora, mostrámos muito pouco do que somos capazes. andamos a viver ás custas de " esmolas".
Com a enorme capacidade que temos de desenvolvimento, de turismo, de inovação, novas energias.
Os nossos produtos, o nosso mar, o nosso sol, as paisagens... tanta coisa que temos para oferecer. Mas tudo se perde quando somos muito pequenos no marketing, quando n˜`o sabemos vender, ou melhor, quando não queremos perder tempo com isso e deixado-nos levar pelas facilidades.

Está na hora de acordar, de mostrar a esta Europa que somos grandes, que temos muito mais para dar, que conseguimos-nos reger sozinhos, que somos fortes e que temos capacidades que mais ninguém tem.

Hoje o deporto é todo nosso! Foram medalhas no atletismo, judo, paralimpicos, ciclismo, ginástica, futebol...
Vamos seguir estes exemplos e dar o melhor de nós naquilo que fazemos melhor! Seguir sempre em frente, levantar de todas as quedas ainda mais fortes e lutar, lutar e lutar!

JUNTOS SOMOS MAIS, JUNTOS SOMOS PORTUGAL!


19 de julho de 2016

2 anos...

Olá minha gente,
Eu nem acredito que passaram 2 anos sem uma única publicação... "Mea culpa, mea culpa, mea máxima culpa"
Peço desculpa a todos os seguidores, e prometo que de agora adiante, vou postar regularmente.
O propósito do blog continua o mesmo, fala-se de tudo um pouco, mas principalmente da vida na Holanda, das diferenças, semelhanças, curiosidades e etc.
O importante, para mim é mesmo poder escrever, expressar o sinto, não interessa muito o porquê ou de quê. Simplesmente me sinto 100% livre quando escrevo, e isso basta. :)

Continuo muito feliz por cá, mas admito que os planos de futuro mudaram. Talvez culpa dos acontecimentos que nos rodeiam e da malvadez deste mundo, talvez por desejo de arriscar, mudar (outra vez)... não sei... por enquanto andamos por cá, felizes e contentes, e a seu tempo vou-vos revelando as novidades.
Para já, aqui fica o meu pedido de desculpas, e a promessa que vamos por este blog em altas outra vez.
Beijinhos a todos, e até breve! 



23 de julho de 2014

Um dia de luto pela Humanidade

Hoje é dia de luto nacional, é dia de silêncio, é dia de prestar homenagem a quem tão inesperadamente partiu!
Devia ser dia de luto Mundial, de luto pela humanidade, de luto pelos valores perdidos...
Quando todos se perguntam quem foi? Como foi? A unica resposta que me ocorre é: foram humanos! Humanos a matar humanos! Mas em que ser é que nos tornámos? Não posso mais usar a palavra Humano... São bestas!
E para quê? Poder? Ganância? Mas que poder é este que se sobrepõe á vida? Que poder é este que cresce sobre cadáveres, lágrimas, medo, revolta, raiva?

Hoje é dia de chorar... Para quem o conseguir! Um coração revoltado, submerso em raiva, não deita lágrimas!
Li algures uma frase que ficou presente, e que me fez pensar...
"Em vez de tentar deixar um mundo melhor para os seus filhos, tente deixar melhores filhos para o mundo!"

Pais, avós, filhos... Crianças, jovens e idosos, que partiram felizes para umas férias de sonho, ou de regresso a casa... E que não mais vão voltar! Que num segundo nos deixaram. Porque, por um momento, a maldade venceu!
E por muito que seja dificil admitir, o que fica é a raiva e a revolta!
E para quê?

Ainda está tão presente neste povo o horror da guerra, da maldade. Está tão presente a perda e a dor... E que hoje se sente tão intensamente, que o olhar anda baixo e vazio, a alegria foi-se num sopro e o medo tomou conta de todos.
Dificil de esquecer, dificil de superar, impossivel de perdoar!


16 de julho de 2014

Verão veraneio

Este verão está a ser VERÃO! Calor, sol, dias longos, esplanadas, festas, praia e muito muito cansaço!
Depois de dias fantásticos passados com amigos, churrascadas, passeios de barco e etc, rumámos a Maiorca para uma semana de férias de praia praia e mais praia! Foi do melhor! Voltei revigorada!
Mas na volta, vieram mais festas, jantares, churrascos, fins de tarde na esplanada, festivais... E ainda há tanto para vir... Preciso de férias outra vez! Ando tipo zombie! E nos dias em que não há planos, há treinos de boxe, corridas... Socorro!!!
Estou a adorar este verão, a viver ao máximo todos os minutos, e ainda ma falta a semana fantástica no meu lugar encantado, para acabar em grande!
Festas, amigos, sol e sorrisos... Venham eles! Estou de braços abertos!
(E não digam que a Holanda não tem verão!)

12 de março de 2014

Despedidas...

Depois de quase 3 anos a viver fora do meus país, já passei por muita coisa, muitas emoções, muitas perdas, muitos ganhos... mas há coisas que continuam a custar muito... e uma delas são as despedidas.
Despedidas via net custam muito. Não há o olhar, o toque, o cheiro... perde-se o momento, o olhar para trás, o ultimo aceno, a lágrima... e quando esta despedida é de alguém muito especial, como o meu pai, isto custa a triplicar!

Quase diariamente há portugueses a sair em busca de trabalho, de melhores condições ou mesmo de aventura...
Não que isso seja mau, continuo a achar que se deve arriscar, que se deve abrir a mente a novos desafios, mas desta vez, quem deixou Portugal, foi alguém que toda a vida lutou por um Portugal melhor, que toda a vida trabalhou duro, que deu tudo por tudo, deu o corpo á luta quando foi preciso, estudou numa das mais difíceis fases da vida, sempre trabalhou, aprendeu, ensinou, educou, até que a crise e a idade o puseram de lado...
E, por muito que eu ache que se deve investir na mudança, pergunto se isto é justo.
Numa altura em que o corpo pede descanso e tempo para aproveitar as coisas boas da vida... se tem de fazer as malas e partir... partir com rancor, com receio, com tristeza...
Sei que o mais difícil é o inicio, que depois nos acostumamos, e a tecnologia faz-nos estar mais perto... mas... custa. E quando é assim, custa muito!

Desejo a melhor sorte do mundo, e que o tempo voe, que esta aventura seja só uma pequena viagem com boas recordações, e num abrir e fechar de olhos tudo volte ao normal.

Mas sinto pena que Portugal esteja assim, a perder mentes brilhantes que para sempre vão ficar desiludidas, tristes e amarguradas com o seu país!
Este é o país que nós ajudamos a construir. Continuamos a recordar os feitos brilhantes do passado e esquecemos-nos que o mais importante, é criar outros mais, desenvolver, andar para a frente, pensar no futuro, crescer!
Já chega de estar "parado no tempo", chega de lamechices, chega de aldrabices! É preciso gente séria e inovadora!!!

12 de fevereiro de 2014

Olimpíadas de inverno

Estes holandeses, para além de terem nascido em cima de uma bicicleta, também veem equipados com um par de patins. É que papam tudo o que é competição de patinagem no gelo!
Estes jogos têm sido o motivo de muita alegria e agitação. Ainda por cima, aqui no norte, onde a patinagem é um culto... é a loucura completa.
São cachecóis, ti-shirts, gorros, crachás e outros apetrechos que se encontram por todo o lado.
Confesso que fui atingida por este culto assim que vi um canal gelado, o prazer e a sensação de liberdade e ainda por cima, ao ar livre, contagiou-me. Mas este inverno está a ser tão meiguinho, que ainda não nos deu a alegria de calçar os patins...
Ficamo-nos pela televisão a apoiar estes vencedores! E deliciamo-nos com o entusiasmo destes Reis fantásticos. São sem duvida detentores da medalha de ouro em simpatia!
Ora vejam AQUI !

Gostei em particular dos 500m velocidade, que das 3 medalhas, 2 das quais ficaram na família, com  gêmeos a competir, e a arrecadar o ouro e o bronze.
É bonito ver o pódio cheio de laranjinhas. Nestes jogos, aconteceu mais do que uma vez.
Parabéns á Holanda pelas, até agora, 7 medalhas (3 ouro, 2 prata e 2 ouro).







5 de fevereiro de 2014

Qual é o verdadeiro selvagem?

Uma coisa que me deixa louca de raiva, é a selvajaria de que o ser humano é capaz contra a natureza que nos acolhe. Esquecemos-nos de que Ela não nos pertence, e nunca vai pertencer!
E não me admiro nada com as retaliações numa forma de sobrevivência!

Fico doida com noticias como esta! Como é possivel sermos tão maldosos, tão mesquinhos...
O Rinoceronte negro estava há muito na lista vermelha... mas com tanta caça aos seus chifres, não resistiu.
Não consigo encontrar as palavras certas para descrever o que sinto!
Admiram-se das guerras, da morte, da maldade, da sede de poder??? Meus Deus... nós acabamos com tudo o que de belo nos rodeia, mesmo que sejam vidas! E não acontece nada? Não há punições? Reis e presidentes em pose fotográfica em cima de animais mortos?!?! Leilões milionários para caçar animais quase extintos... quantos mais vão desaparecer?

Que nervos!!!
Sem palavras... :(

30 de janeiro de 2014

Ser ou não ser caloiro

Hoje em dia não se fala de outra coisa senão as praxes, e este é um assunto que deve ser tratado com cuidado.
Eu fui praxada, praxei, ajudei a praxar, e de todas as vezes, diverti-me muito!
Andei pelas ruas de Lisboa de cara e mãos pintadas, penico na cabeça e a cantar para todos os que por ali andavam, para os vizinhos e até para os caloiros das universidades "rivais". Dei cambalhotas, levei um baptismo muito mal cheiroso, entre muitos outros jogos divertidos. No entanto, nunca fui obrigada a fazer nada que não quisesse, assim como nunca obriguei ninguém a fazer!

A praxe serve para inserir os novos alunos na "comunidade universitária", serve para socializar, para fazer novos amigos, para marcar o inicio de uma nova etapa. Nunca serviu para ostracizar, humilhar, agredir! Tudo o que não é de comum acordo e inocente, é abuso,  é crime e deve ser tratado como tal, tanto dentro das portas universitárias, como na comunidade em geral!

Os novos alunos (caloiros) devem estar a par destas "regras", ao iniciarem a vida académica. Fazemos todos parte de uma sociedade, com direitos e deveres. E estes devem ser respeitados por todos.
Não somos, NUNCA, obrigados a fazer algo que não queremos, que temos receio ou de que não concordamos!

Não sou a favor do fim desta tradição, muito pelo contrário, acho que quando é feita de maneira a que todos, mesmo TODOS, os intervenientes se divirtam, é das tradições mais engraçadas que há, e fica para sempre nas nossas memórias como boas recordações, boas amizades, etc. Mas para tudo existe limites, para tudo existe regras. E estas devem ser seguidas!

Façam jus ao estatuto de universitários, da geração do futuro, e usem mais a cabeça, pensem, inventem e divirtam-se!

28 de janeiro de 2014

Uma dor sem limites...

Porque tem de ser partilhado, uma, duas, dez, mil, as vezes que forem necessárias...
Esta é uma dor inexplicável, acompanhada com uma força brutal, de nunca, nunca desistir!
Para que se faça mais, para que chegue a todo o lado, para que se faça ouvir, e sobretudo, para que não volte a acontecer... para que nunca, nunca caía no esquecimento!!!

Hoje, o Rui Pedro faz hoje 27 anos, desaparecido há 11... quantos mais anos estará ele longe desta mãe?

Vejam aqui este pedido de ajuda brutal... e...

Partilhem!!!

10 de janeiro de 2014

E estamos em 2014

Demorei algum tempo a pensar no que escrever sobre a entrada deste novo ano. E sinceramente, não consigo chegar a nenhuma conclusão.
Os meus desejos para 2014 são tão iguais aos de sempre, que se torna aborrecido.
Mas espero, que este novo trabalho, que era um desejo há tanto pedido, perdure e se intensifique. Tenho também na minha lista, viajar mais, ir mais a eventos culturais, viver mais e melhor. E com o viver melhor, retomei o ginásio e as caminhadas. Retomei a dieta, perdida algures na altura do Natal, e investir um pouco mais em mim, com spa's, massagens e etc.
Mas tenho alguns projectos pendentes, que vão entrar no activo já na próxima semana. Projectos estes relacionados com o byticha. Quero muito que 2014 seja o ano da Byticha. Com nova colecção, uma maior dedicação aos artigos de casa e decoração, novos materiais, e acima de tudo, atelier abeto ao publico!
Para quando? O mais rápido possível... mas a lista de espera para a vaga de um atelier no sitio onde quero, é vasta. Por isso, é ter paciência e tentar ser melhor e mais original.

E assim, espero que o 2014 continue. Sempre a subir!!!






7 de janeiro de 2014

Povo espalhafatoso

Farta de ouvir comentários de que os portugueses são espalhafatosos, teatrais e dramáticos, tenho de concordar, depois de ver o que se tem passado em Portugal nestes últimos dias... há coisas que me deixam simplesmente sem palavras.
Mas vamos lá, e isto, é só e apenas, a minha opinião!

Começo por deixar aqui, a minha sentida e sincera homenagem ao Sr. Eusébio, e as minhas condolências a toda a família e amigos. Até porque acho que os sentimentos mais sinceros são tudo menos espalhafatosos e teatrais!

Mas vamos lá por os pontos nos i's!

Este Senhor, foi sem duvida alguma uma marca, um símbolo elevou a bandeira e o orgulho de Portugal bem alto. Mas, daí a dizer que se perdeu a figura, o português do séc XX é um pouco exagero, não?
Claro que merece uma homenagem, claro que sim... mas uma sentida e sincera, e não um circo!
Não foi A figura do séc XX, pode muito bem fazer parte de um rol, e sim fazer parte dos melhores desportistas do século.
Não nos vamos esquecer de tantos outros que elevaram bem alto o nosso ego. Ou será que só se passa a ser uma figura do século depois de partir?
Tantas outras há, vivas ou não, a merecer homenagens...tanto na vida desportiva, como na cultura, artes, politica, etc., acho isto tudo um pouco injusto!
Enumerando só algumas, para que vos possa abrir um pouco os olhos,

Egas Moniz, Carlos Lopes, Carvalho Rodrigues, Manuel de Oliveira, Rosa Mota, Sophia de Mello Breyner, José Saramago, Amália Rodrigues, Maria João Pires, Almada Negreiros, Amadeo de Souza Cardozo, Vieira da Silva, Álvaro Cunhal, António de Oliveira Salazar, Siza Vieira, Fernanda Ribeiro, Vanessa Fernandes, Rui Silva, Nelson Évora, Fernando Pessoa, Amélia Rey Colaço, Agostinho da Silva, Florbela Espanca, Mário Viegas, José Rodrigues Miguéis, Ary dos Santos, Hermínia Silva, Guilhermina Suggia, António Variações, Sophia de Mello Breyner Andresen, Marcelo Caetano, Natália Correia, Beatriz Costa e Salazar.

E então, é Eusébio o português do séc XX? Ou faz parte da lista de Portugueses notáveis do séc. XX?

Tenham cuidado com as palavras...
Sem mais,
Patricia

Sem mais






28 de dezembro de 2013

O Natal passou, vamos ao ano novo!

Pois é, o Natal já lá vai... Mas eu recuso-me a aceitar tal facto! Eu adoro o Natal! Adoro mesmo! As luzes, as decorações, as velas, o espírito, a comida e os docinhos, as musicas, os filmes e as noites de sofá com mantinha e chocolate quente... Adoro! E por isso, tirando a árvore de Natal, vou manter tudo durante todo o inverno! Tá dito!
Este ano fiquei pela Holanda. Fizemos um mix de culturas. Aqui, muito pouca gente comemora a noite de 24, e como têm o Sinterklaas, também não há muito o costume dos presentes. Mas aqui em casa, foi á portuguesa. O bacalhau (e a carne para o W), o leite creme e o tronco de Natal, o vinho do Porto, os filmes natalícios de sempre, uma visita a outra casa tuga, e os presentes á meia-noite! E claro... O skype!!!
O dia 25 foi passado com amigos, porco no espeto, lareira acesa, queijinhos e docinhos, e jogos de mesa! O 26, aqui conhecido como o 2º dia de Natal, foi de passeio, visita á família e uma saída com amigos (eu não, que hoje fui marcar o ponto no trabalho).
Mas para além destes dias que passam rápido demais... As semanas anteriores foram passadas entre mercadinhos de Natal. Uns na Alemanha, onde provei a coisa mais horrivel de sempre, desculpem lá os apreciadores, mas não consegui mais do que um golinho, o gluhwein. Nem sei explicar, é vinho, mas não sabe a vinho, é quente com chá... É blaccccchhhccc , e outros mercados por aqui, com cheirinho a anos já passados. Adorei todos, dos mais tradicionais, aos das tasquinhas, uns com historias, outros de compras. Gostei de todos!
Agora é altura de preparar a entrada no ano novo. E com alterações de planos de ultima hora, vamos ficar por aqui, com amigos, comida da boa, fogo e artificio e muita animação, como é já habitual.
E assim, aqui ficam os desejos de tudo de bom para 2014, e que se despeçam de 2013 com muita alegria e amor!
;)

Um dos mercados na Alemanha...




Aqui em Leeuwarden...






5 de dezembro de 2013

Sinterklaas

É hoje! É hoje!!!
Sim, hoje é o dia de pôr sapatinhos junto á chaminé, uma cenourinha para o cavalo branco do Sr. Barbudo, e com uma alteração minha, um copo de leite para o Sr..
Mas é hoje!!!

E que dia/noite agitada que o São Nicolau vai ter... é que está uma daquelas tempestades que só dá vontade de ficar recolhida.
Eu tive a sorte de não ter apanhado a chuva torrencial que se fez sentir. Cheguei seca ao trabalho, e lá estava, na minha secretária, a típica letra de chocolate e um presentinho cheiroso. Que bom! Fez-me sentir mesmo acolhida (depois de 3 dias de trabalho, ter direito a prendinhas, é fantástico!) e na volta, foi eu a entrar em de casa e o céu a desabar... não me livrei dos ventos fortes, isso não, e tive de fazer o percurso agarradinha aos muros e vedações, não fosse "voar" para parte incerta.
Código vermelho, é como está o dia de hoje. Mas com a tarde livre, recolhi-me em casa, a tomar conta do doente, de volta das panelas e das prendinhas.
A nossa festa vai ser sábado, por isso, o verdadeiro post das prendinhas será feito mais tarde.
Para já, ficam aqui os votos de uma feliz noite de Sinterklaas!